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5 perguntas com Bruno Vicari

28 Sep
Crédito da foto: Reprodução da Internet

Crédito da foto: Reprodução da Internet

Bruno Vicari tem 32 anos e é apresentador do Bate Bola Debate junto com Marcela Rafael e comentarista de Esportes do SBT, atuando principalmente no SBT Brasil. É casado e tem duas filhas. Bruno nos cedeu essa entrevista gentilmente por email. Agradeço a gentileza de Bruno que conquistou os fãs de esporte com seu espírito crítico, segurança em seus conhecimentos esportivos, humildade e carisma. Assim, voltamos com a nossa seção 5 perguntas, que já entrevistou PVC, Mauro Cezar Pereira,  Gustavo Hofman, dentre outros.

Anna Barros- Onde você se formou e como começou a sua carreira?
Bruno Vicari- Me formei em 2005, pela Universidade Mackenzie, mas desde 2003 trabalhava na Rádio Jovem Pan. Entrei como estagiário, passei pela produção e coordenação dos programas, virei repórter comentarista e apresentador. Em 2011, em virtude dos meus trabalhos na rádio, fui convidado pra trabalhar no SBT. Foram quase três anos conciliando o rádio e a TV, até que, pouco antes da Copa de 2014, decidi focar minha carreira na TV. Fiz a Copa pelo SBT e meses depois recebi o convite pra entrar na ESPN.
AB-  O que você acha que despertou o interesse da Espn Brasil pelo seu trabalho como jornalista?
BV- Bom, sem dúvida a cobertura na Copa pelo SBT foi importante. Mesmo com algumas limitações – já que a emissora não era credenciada – toda a equipe conseguiu fazer um grande trabalho. A minha função era ser uma espécie de “âncora” nos telejornais da casa, ao lado da seleção. Além disso, também tinha liberdade pra dar minhas opiniões. Acho que a minha postura como apresentador/comentarista chamou a atenção da ESPN, que procurava alguém pra fazer o Bate-Bola, já que o Rodrigo Rodrigues estava de saída. Soube fazer críticas importantes, mesmo quando boa parte da imprensa ficava apenas no “oba-oba”, e isso repercutiu muito. Ao mesmo tempo, não deixei de fazer algo leve e descontraído.
AB-  Qual foi o seu momento jornalístico mais importante? Teve algum momento ruim nesse profissão?
BV- Foram vários momentos. Cada um foi um passo importante dentro do estágio que eu estava na minha carreira. Na rádio, as coberturas da Fórmula 1 e da Liga dos Campeões foram fundamentais pro meu crescimento. Na TV, com certeza a Copa foi a que me deu mais projeção.
AB-  O que gosta mais de fazer: apresentar programas(como faz no Bate Bola da Espn) ou comentar as notícias (como faz no SBT)? É você que escolhe as pautas para o SBT Brasil?
BV- Bom, na ESPN também tenho a liberdade pra opinar, mas minha função é exatamente tentar tirar o melhor de cada comentarista que está no Bate-Bola. O programa é mais solto, temos mais tempo pras análises. É mais parecido com o que eu fazia na rádio. No SBT o tempo é mais controlado, pois se trata de um telejornal nacionail, em TV aberta. Nada pode dar errado e a repercussão é muito grande.
AB-  Como consegue conciliar seu trabalho na Espn e no SBT?
BV- Um trabalho acaba complementado o outro. Passo a manhã na ESPN e, assim que acaba o Bate-Bola, às 15h, vou pro SBT, onde o jornal começa às 19h45. Já chego no SBT com tudo pronto na minha cabeça. Já sei o que falar, o que repercutir, afinal, fiquei a manhã inteira me preparando pro Bate-Bola. Tanto na ESPN quanto no SBT temos uma grande equipe que prepara matérias, levanta números importantes, separa imagens e declarações (respondendo a pergunta acima). A minha função acaba sendo reunir tudo isso e passar da melhor maneira pra quem está em casa. Os 11 anos de rádio me dão uma base muito boa pra isso. Felizmente tem dado tudo certo! Nesse mês completo 1 ano de ESPN e 4 de SBT!
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Meu Bate-Bola favorito

24 Nov
Crédito: Site da Espn Brasil.

Crédito: Site da Espn Brasil.

É o Bate-Bola 1. Ele ocupou a lacuna do Pontapé Inicial, um dos melhores programas da televisão brasileira. Tem a apresentação do gentil e  simpático William Tavares e os comentários de Gustavo Hofman, um dos meus comentaristas preferidos, e do José Elias, uma das grandes revelações dessa leva de comentaristas ex-jogadores.

O programa é dinâmico e interessante. Prima pela participação dos fãs de esporte com as hashtags e é muito bem conduzido pelo William. Sempre entram links de clubes do Rio o que o deixa mais palpitante.

Não perco por nada.

 

 

O novo Bate-Bola

20 Nov
Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Esperei um pouco para fazer a crítica do novo Bate-Bola com Bruno Vicari e Marcela Rafael. A princípio, achei que fosse dar certo. E deu. Bruno foi um achado. Comentarista de Esportes do SBT é claro, objetivo, tem posições fortes e é muito simpático, um doce de pessoa. Marcela Rafael surpreendeu. Cofnesso que via mais Juliana Veiga nessa posição, do que ela. Mas ela foi a escolha do canal. Só penso que em muitas ocasiões, ela atropela Bruno. De resto, vai bem. O programa ficou mais dinâmico e gosto da ideia das hashtags com assuntos palpitantes.

Um adendo: Bruno não é só elegante com as palavras, é elegante no vestuário. Já lançou até uma moda, segundo William Tavares, a Moda Vicari. É o Vicari Fashion Week. Só sinto falta do PVC no programa, mas Mauro Cezar Pereira, Alexandre Oliveira e Leonardo Bertozzi dão conta do recado.

Wagner Patti, o editor do programa, é ótimo!

O Bate-bola 2 acontece todos os dias, das 13h às 15h, na Espn Brasil.

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